domingo, 25 de junho de 2017

Uma Especialista Maneirinha



A diferença é enorme porque os propósitos destas provas são distintos. O exame é uma prova que tem por objectivo classificar e hierarquizar os alunos. Enquanto as provas de aferição têm como preocupação fornecer informação detalhada às escolas sobre o desempenho dos alunos, o que pode constituir mais um elemento sobre o que há a regular, sobre aspectos a que é preciso dar mais atenção, etc. E, portanto, existe a preocupação de se dar um contributo para melhorar o ensino e, consequentemente, as aprendizagens dos alunos. O que não acontece com os exames. Sabemos que o que sai no exame vai influenciar grandemente o trabalho do professor em sala de aula. A existência de exames tem o efeito de reduzir o currículo aos conteúdos que saem na prova. Portanto, traduz-se num ensino muito centrado na preparação para esta avaliação.


Segundo esta especialista, o exame é diferente da prova de aferição porque tem propósito distinto da prova. Pois, já sabíamos.
O que muitos não sabiam e que ficaram a saber é que a prova de aferição é melhor que o exame porque dá "um contributo para melhorar o ensino e, consequentemente, as aprendizagens dos alunos. O que não acontece com os exames". Uma impostura intelectual que a esquerda não denuncia, obviamente, mas que mereceria um ataque implacável da direita. Onde está a direita?






terça-feira, 20 de junho de 2017

Fosse No Tempo do Crato...


No exame do 12º ano. "não pensa"


E o IAVE seria ridicularizado pelo erro grosseiro no exame nacional de português


No manuscrito original. "quem respira"

Ah! É uma questão de edição. Pois!

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Oxalá Os Espanhóis Não Nos Ataquem. E Se Nos Atacarem? Corremos Para Oeste Fazendo-lhes Frente




Não chores, cara esposa, que o Destino
Manda que parta, à guerra me convida;
A honra prezo mais que a própria vida,
E se assim não fizera, era indigno.
"Eu te acho, meu Conde, tão menino
Que receio..."
- Ah! Não temas, não, querida;
A francesa nação será batida,
Este peito, que vês, é diamantino.
"Como é crível que sejas tão valente?..."
Eu herdei o valor de avós, e pais,
Que essa virtude tem a ilustre gente.
"Porem se as forças forem desiguais...?"
Irra, Condessa! És muito impertinente!
Tornarei a fugir, que queres mais?

domingo, 11 de junho de 2017

Adoro Ver Chuchalistas a Sentirem-se Fo... Enganados

BORRADOSDACABEÇAAOSPÉS


Este amigo escriba quer explicações.
Vamos dá-las:
1-Não está em causa a boa gestão dos dinheiros públicos, nem nunca esteve. Se estivesse, durante 100 anos nunca teríamos um governo chuchalista.
2-Se estivesse em causa a boa gestão dos dinheiros públicos, como diz, não eram as escolas particulares que fechavam portas mas sim as que faziam o mesmo serviço pelo dobro ou triplo dos custos.
3-É mentira que este governo ou os seus boys tivesse assumido "princípios claros na gestão do dossier dos contratos de associação". O que esteve em causa foram ideologias políticas e dinheirinho. Lembro ao escriba defendedor dos princípios que a maior paladina da defesa da escola publica, Doutora Alexandra Ludomila Leitão, tem os filhos no colégio alemão. Grandes princípios que o escriba nunca denunciou.
4-O assunto podia ter sido amplamente debatido e gerado consenso entre os chuchalistas. Os que pagam impostos, nada. Ninguém os ouviu.
5-Os favorecimentos não estão a regressar, estão aqui desde que este governo se constituiu. Todos os dias se pagam favores à esquerda radical para segurar o Costa.

Gosto de ver chuchas desiludidos. 



quarta-feira, 7 de junho de 2017

Portanto, Os Programas São Os Mesmos, O Que é Preciso é que Os Professores Articulem e Colaborem Uns Com Os Outros


Exemplificando: posso olhar de forma horizontal para todas as disciplinas e ver aspetos dos programas que casam bem como é o caso da Revolução Industrial, que é estudada no Inglês, na Geografia, na História e também no Português. A partir de agora, será possível ter um momento na semana, ou até uma semana inteira, em que a escola pára para estudar a Revolução Industrial e, com o contributo de todas as disciplinas, desenvolver um projeto em torno do tema

Ensinem os professores a trabalhar em condições.


Ensinar Sem Programa, Sem Planeamento, Sem Horários, Sem Avaliação, Sem Controle...


Eu quero que os meus alunos aprendam, mas não consigo porque tenho de lhes dar o programa.” A frase ouviu-a João Costa, 44 anos, a uma professora, durante a preparação das medidas que vão permitir ao Governo flexibilizar os currículos em todos os níveis de ensino, já a partir do próximo ano letivo

O cerne da política deste governo para a educação resume-se a duas ideias impressionistas: aprendizagem é divertimento e ensino é monitorização.


segunda-feira, 29 de maio de 2017

Os Passarinhos Precisam De Alimento



É fatal como o destino: aproxima-se o fim do ano e o momento de definir as regras para dar serviço aos professores para o novo ano e chegam-nos as maravilhas operadas pelas "metodologias" e "pedagogias" do  sucesso. 
Muitos dados trabalhados para validar o que se pretende provar, provar que fioco é seda. Pena é que não existam ninhos até final da universidade, o ensino em Portugal cresceria 20 centímetros como diz o outro artista.
Há que começar já a mostrar a quem manda que é preciso continuar a dar a maminha. E a apostar sempre em tecnologias de sucesso. Falta uma notícia que mostre os excelentes resultados do TurMamais para compor o ramalhete.
Diz uma das vendedoras do produto que os "ninhos" não implicam investimentos colossais de dinheiro nem nada que não exista já. Na prática, apenas é necessário o dobro dos professores.
Podia ser pior... 

domingo, 28 de maio de 2017

Os Beijos Fazem Bem à Saúde e São Elemento Essencial à Formação de Cidadãos


O professor Luís Costa está completamente errado na abordagem ao tema da alegada homofobia numa escola de Vagos. Mais errado ainda do que teria estado, alegadamente, o tal diretor da escola de vagos se disse alguma frase ou teve alguma atitude de carácter homofóbico. Se disse, hoje já deve ter consciência do erro, o Luís, passado este tempo, ainda não distingue remédio de veneno.
Seja qual for o ponto de vista professor Luís, seja à luz do desenvolvimento pessoal e psicológico dos jovens, seja à luz da melhor e moderna pedagogia, seja do ponto de vista do processo educativo, ou da formação de cidadãos...dar beijos na escola, em casa, na rua não pode ser algo errado. Antes pelo contrário é BOM DAR BEIJOS.
Até na igreja, em plena missa, se dão beijos.
No caso dos beijos e "marmelanços" no ambiente escolar, o que poderá estar em causa é a dose. Mais nada.Tal como é a dose o único critério para destrinçar remédio de veneno.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Educação Para a Cidadania Nas Escolas Portuguesas


O referendo levado a cabo contribuirá para sustentar, não só a minha apresentação de proposta de recondução para o próximo quadriénio, como a própria deliberação do Conselho Geral e daqueles que nos representam se assim considerarem pertinente e significativo

Portanto a senhora diretora:
1-faz um referendo à margem da lei. Melhor seria que lhe chamasse eleição...
2-coloca professores e assistentes ao serviço desse referendo ilegal, e a faltar às suas obrigações profissionais enquanto brincam às mesas de voto
3 - o conselho geral é  constituído por pessoas de vários quadrantes e funções, mas a senhora apenas ausculta os professores e os funcionários. Os restantes não contam para o totobola.
4 - nitidamente, está a condicionar o conselho com o resultado de um referendo às três pancadas. Não deve ter apoio no conselho e faz um referendo (vinculativo?) para procurá-lo fora.
5 - deve ter consciência de que com esta garotice está a descredibilizar os representantes dos professores e dos funcionários no conselho geral
6 - devia levar um cartão vermelho pela ofensa que está a fazer ao órgão que a elege
Quanto ao conselho geral, vamos ver se têm espinha ou se são bolinhas aceitando bem que os encostem à parede

quinta-feira, 30 de março de 2017

Fugi Dos Chuchalistas

Ler Aqui

Portanto, doutorhéldersousa, doutorjoãocosta e doutoraalexandraleitão, a dispensa de serviço é do interesse público e quem paga são os professores que vão ter de fazer a formação e dar as aulas a quem faltarem por estar ao serviço da formação. É assim, não é?

"O Senhor Conhece Os Pensamentos Do Homem, Que São Vaidade." (Salmos 94:11)


Só pelo facto de se dar este passo, colocando a Educação Física e restantes Expressões no mapa do 1º ciclo, é algo que merece o meu elogio. 
Não tenho falado muito da nova “flexibilização pedagógica” por vários motivos, alguns dos quais vão ficar só para mim… mas o que posso dizer é que considero esta flexibilização a semente de algo positivo e que gostaria de ver aprofundada.
Continuo a dizer que os professores não se vendem por um livrinho. Esta embrulhada chegou a um ponto impensável e que roça o ridículo. Fica o esclarecimento da DGEstE e que foi enviado às escolas.


terça-feira, 28 de março de 2017

Mentirosos


a teoria tão prestimosa e teimosamente propalada por aí de estarem os alunos cada vez mais esmagados por tempo de aulas. É mentira, estão é muito tempo na escola, o que é apenas a consequência da “escola a tempo inteiro”, preenchida com actividades de “enriquecimento” curricular.

Estes socialista são incorrigíveis.



Uma Marcelice. Ou Equivalente.


Mas Miguel Albuquerque voltou ao assunto horas mais tarde, na cerimónia da tomada de posse dos órgãos dirigentes dos TSD-Madeira, apontando o dedo às "forças radicais de esquerda" que acusou de tudo quererem controlar no país. "Andam a dizer que (...) um governo legítimo, eleito pelos madeirenses, não tem competências para deliberar sobre o nome do aeroporto, que é propriedade da região e foi pago pelos madeirenses", reiterou o líder do executivo regional, acusando PS e Governo da República de estarem a tentar "subverter" uma deliberação do executivo regional


Meu caro amigo Dr. Miguel Albuquerque.
Tenho a dizer-lhe que o problema, neste caso vertente, não está nas forças radicais de esquerda, como diz. Está antes na saloiice dos moços de direita e de esquerda que se lembraram da dar o nome do aeroporto da Madeira, por insignificante que seja, ao maior jogador da bola do nosso tempo. Mal empregue. Merecia-o muito mais o Alberto João.


segunda-feira, 20 de março de 2017

Mudaram As Moscas

O absurdo não conhece limites (pág.17):
O número de horas letivas "necessárias" não é igual ao número de horas necessárias para lecionar as disciplinas/anos que existem na escola. Não, nem pensar. As horas letivas necessárias e que os portugueses pagam é o conjunto de horas que são necessárias para completar os horários dos professares da escola.
Traduzindo: se uma escola tem duas turmas de Inglês, a 3 horas por semana, e tem dois professores de Inglês nos quadros, as horas letivas necessárias não são 6 como qualquer português de mediana inteligência poderia supor. São 44. Sim, leu bem, as horas letivas de inglês necessárias são 44 e não 6, pois em Portugal o que é necessário é dar trabalho aos professores mesmo não tendo alunos.

Mas, na página 17 do "manual" há mais "conceitos" claros como a luz do dia:

Portanto, o número total de horas letivas no grupo é igual à totalidade das horas letivas no grupo. Hã! Que dizes?
Atenção, mais uma vez a totalidade de horas no grupo não corresponde às horas necessárias para lecionar todas as aulas das disciplinas desse grupo. Não senhora, correspondem sim à totalidade das horas letivas que o Estado paga aos professores desse grupo. Os que não perceberam à primeira não merecem que se perca tempo a explicar 2.ª vez.

O melhor, porém, está na página 18. Uma hino à cegueira e à nabice:

Vejam bem: por indicador de vaga, ou seja, o número de vagas é igual à diferença entre o número de professores providos num grupo de docência e as necessidades previstas?!?!
Para cálculo das vagas, o ministério da educação faz uma conta de subtrair entre o número de docentes de matemática da escola, por exemplo, pelas "necessidades" não dos alunos de matemática mas das necessidades dos professores de matemática. O número de "necessidades" não é a mesma coisa que o número de docentes que vão à retrete ao longo do ano. Não senhora, o número de necessidades é o número de horas necessárias para preencher os horários de todos os professores de matemática da escola. 
Perceberam??? Não?
Confusos?



As Magistraturas Portugueses Não Caçaram Todos Os Pedófilos


O ex-ministro socialista Paulo Pedroso afirma que "há sectores nas magistraturas portuguesas que têm um problema geral com a liberdade"

sábado, 18 de março de 2017

Lacaios


Associação Nacional de Professores de Informática, 
Associação Portuguesa de Educação Musical, 
Associação Portuguesa de Professores de Alemão, 
Associação Portuguesa de Professores de Espanhol, 
Associação Portuguesa de Professores de Francês, 
Associação Portuguesa de Professores de Inglês, 
Associação de Professores de Educação Visual e Tecnológica, 
Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual, 
Associação de Professores de Filosofia, 
Associação de Professores de Geografia,
Associação de Professores de História, 
Associação de Professores de Matemática, 
Associação de Professores de Português
CNAPEF - Conselho Nacional Associações Profissionais Educação Física



O Alexandre Henriques do Com Regras - http://www.comregras.com/ NÃO É LACAIO de ninguém, apontem aí. É mais do género apoiante crédulo:


Mais uma vez, não fosse o General e éramos comidos de cebolada.

Já o outro Paulo-que-também-não-é-lacaio tem dificuldades em esconder a sua costela socialista, ou cripto-socialista, como queira, 
A "Geringonça escolar" tomou duas decisões quase consensuais: repor decência na rede escolar e eliminar a febre da "medição em modo industrial" que o radicalismo de Crato alastrou aos alunos mais jovens. É um caminho a prosseguir já que há muito por fazer.
Na verdade Prudêncio a "geringonça" apenas tomou uma decisão; relativizar a avaliação dos alunos. Nada mais. Decência na rede escolar, obrigando os alunos a frequentar escolas contra a sua vontade? E provavelmente de pior qualidade. E quanto a eliminar a medição cratiana, substituindo-a por uma medição verdasquiana, esperemos para ver a risota que vai dar. Pois só pode dar risota e, claro, prejuízo para a educação de milhares de jovens,
Decisões?
Consensuais?
Decentes? 
Chamas a isto uma política decente? Em que escola andaste? que valores te transmitiram?