quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Quem Será o Primeiro a Ladrar?


"Hoje em dia, qualquer cão e gato pode ser encarregado de educação"



"Que exemplo dá um pai ao seu filho quando está a mentir? É um mau exemplo"



Qualquer dia, Jorge, ouvimos a CONFAP  a ladrar, ou a miar. 

Precisamos do Al vinho Almeida para dar personalidade e importância à confede ração.
Fiquem bem.




segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Uma Interessante Medida De Combate ao Insucesso Escolar


Sete alunos da Escola Professor Gonçalo Sampaio, na Póvoa de Lanhoso, com notas negativas passaram com 11, 14, 15, 17 e 19 valores. O caso está a ser investigado pelo Ministério Público após a denúncia de um professor.




Luísa Maria Monteiro Rodrigues Sousa Dias
Diretora do Agrupamento de Escolas Gonçalo Sampaio, Póvoa de Lanhoso

Sete alunos? Só?
Hum! É pouco o sucesso. Ou são mais os alunos ou a participação da diretora não foi tão ativa como devia, comprometando os resultados.

sábado, 19 de agosto de 2017

Olhem Como Os Radicais Extremistas Estão Tão Caladinhos




Quem lê as notícias na comunicação social sobre a renovação de contratos com técnicos percebe logo que a Alexandra está a dar uma ajudinha ao Governo, dando a ideia de que vão ser contratadas centenas ou milhares de pessoas pelo Estado. Uma ajudinha para as autárquicas que aí vêm.
A nota informativa emitida pela dgae a mando da secretária de estado da educação já reduz imennnnnso o número de pessoas a renovar contrato. Deve ser difícil encontrar técnicos especializados que tivessem tido horário completo e anual.

 A DGAE é a ferramenta que operacionaliza a coisa
Por isso não estranho nada que o partido comunista e os radicais do bloco de esquerda estejam tão caladinhos: também contam ganhar uns votos autárquicos à custa do anúncio da renovação dos contratos. Se serão em número ínfimo, não é relevante agora.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Tiro Nos Pés


Na verdade, senhor diretor, a ideia do sorteio não é grande espingarda. Dará uma trabalheira enorme para os serviços e agrupamentos de escolas e o ministério protocumunistabloquista da educação não irá na sua conversa. Mais valia defender a ordenação pelas notas, com faz o seu homólogo e ex-presidente do conselho de escolas, professor Esperança, que defende a ordenação dos alunos pelas classificações
"Quem me dera a mim que também pudessem entrar em função das notas, mas como continuamos a ter medo de premiar o mérito geralmente nunca chegamos lá", comentou o professor.
O sorteio não concitará grandes apoios nem resolverá nenhum problema porque se agora se falsificam moradas, nem queira saber como seria com os sorteios. Veja como ficou dorido o General. Com azia, veio dizer que a ideia até seria boa se tivesse sido ele a defendê-la...
Podia defender que a ordenação fosse feita pela altura dos alunos, entravam primeiro os mais baixitos que ocupavam as filas da frente e só depois os mais altos para as filas de trás. Ou então pela ordem de inscrição. Qualquer uma é melhor que o sorteio.


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Táticas Totalitárias


O aproveitamento político é de facto o nosso maior problema. Falimos várias vezes, morreram dezenas de pessoas num incêndio florestal; o SNS gasta consigo mesmo o que devia gastar com os utentes; a polícia é chamada às escolas públicas porque sendo os alunos oficialmente todos iguais uns são mais iguais que os outros; o Governo (de Portugal não o do Qatar) considera que pode estar numa situação de pobreza severa alguém que é proprietário de uma viatura no valor de 25 mil euros e como tal reunir as condições para receber RSI… mas o que é isso quando comparado com o aproveitamento político?




Escola Pública Versus Escola Pública


Mostra, aliás, algo que digo há muito tempo, precisamente a respeito da apaixonada discussão escola pública versus escola privada: não há só uma escola pública; com efeito, há escolas públicas e escolas públicas. Ao contrário do que para aí tantos alvitraram, isto nada tem a ver com os rankings e a sua publicação. Podem até pasmar, mas a verdade é que há várias escolas públicas dentro da mesma, da mesmíssima, escola pública.

Dá que pensar este artigo de Paulo Rangel. Já sabíamos que os ricos escolhiam a melhor justiça, a melhor saúde, a melhor educação. O que não sabíamos é que a escola pública era a arena onde a classe média treina para se juntar aos ricos.


quarta-feira, 26 de julho de 2017

Mais Um a Lançar-nos Areia Para Os Olhos


Este problema tem causas, por muito que custe à voracidade mediática. A rede escolar tinha densidade, apesar da péssima organização do território, até à chegada dos barrosistas que "reformaram" a eito e implodiram (com erros graves na escolha dos alvos) a lei orgânica do ministério: acabaram com 23 estruturas (centros de área educativa) que tinham massa crítica na organização da rede e os anos que se seguiram foram tragicómicos

Portanto, senhor professor Prudêncio, o problema não tem origem nos critérios chuchalisto-comunisto-burrucráticos que vexa defende, que estão em vigor e que permitem todas as manigâncias possíveis e imaginárias. Não senhor, o problema tem a ver com os boys do PS e PSD que o sr. prudencioprofessor gostaria de engrossar com a reposição de mais "estruturas". Assim mais "funcionários" poderiam ser colocados para colocar os filhos dos amigos no topo das listas.
Afinal, o senhor professor ensina o quê?
A quem? 
Já pensou que a moléstia de que padece o país pode ter a ver com os professores que os portugueses têm tido nos últimos, sei lá, 40 anos?.


quarta-feira, 12 de julho de 2017

"Costa Não Foi Feito Para Isto. Nem Feito Nem Eleito, Recorde-se"


Peixinho de aquário
António Costa não acredita em nada. A bajulação mediática que em Portugal passa por “comentário político” costuma transformar este vazio amoral numa virtude celestial, “génio político”, “inteligência tática”. Lamento, mas não é inteligência tática, é só a mais completa inexistência de convicções. Os cínicos como Costa são os seres mais flexíveis da Criação, porque não têm um centro moral; são feitos de uma pasta viscosa e escorregadia que se adapta a gregos e a troianos. O cínico pode assim desenvolver um discurso liberal de manhã, almoçar com comunistas e fazer promessas socialistas à tarde. Há dias, nas Américas, Costa parecia um libertário a defender os benefícios da globalização. Estamos a falar do homem que, quando necessário, recorre às linguagens e às políticas do PCP e BE.
Costa fez campanha contra a austeridade e a favor de uma nova política assente no consumo interno. Perdeu as eleições. Para sobreviver, fez a negociata mais oportunista da nossa história democrática, rasgando pelo meio décadas de regras não escritas. Quando chegou ao poder, manteve a política de Passos (exportações) e reforçou a austeridade. Sim, devolveu partes dos salários aos funcionários públicos, mas, em troca, impôs a austeridade mais rígida de sempre ao nível do investimento público e dos gastos intermédios do Estado. Ou seja, os funcionários recebem mais dinheiro, mas, quando chegam aos seus postos de trabalho, não têm meios para fazer o seu trabalho. Não havia material no centro de saúde de Castanheira de Pera, não havia câmaras e redes em Tancos, etc., etc. Na política normal do dia a dia, esta fórmula cínica estava a funcionar em benefício do próprio Costa: a devolução de rendimentos mantinha clientelas eleitorais satisfeitas, apesar da evidente degradação dos serviços. Só que acontecem sempre imprevistos e tragédias, como Pedrógão e Tancos. Estes dois episódios minaram por completo a relação de confiança hobbesiana entre os cidadãos e o Estado. Se as pessoas continuarem a sentir que não têm segurança, não há devolução de rendimentos que valha a Costa. Manter a sociedade acima do medo é a primeira tarefa do Governo. E a Costa está a falhar miseravelmente nessa tarefa.
Quando foi forçado a sair do aquário lisboeta, Costa mostrou que não tem fibra de líder, só transmitiu insegurança. Para agravar essa sensação de desnorte e fraqueza, meteu férias como se fosse o António, cidadão privado, e não o António Costa, primeiro-ministro de um país a sofrer uma inédita falha na estrutura hobbesiana. O Ministério da Administração Interna e o Exército parecem sacos de gatos corporativos, o país está com medo e envergonhado perante os parceiros da NATO, mas Costa desertou para Palma de Maiorca. Lembra uma reportagem que passou há anos na SIC. A cena é assim: na rotunda do Marquês, o edil Costa inaugura uma obra, mas alguém aponta para um defeito óbvio; sentindo o embaraço, Costa vira costas e deixa a vereadora sozinha. A cena define a cobardia da personagem, mas é desculpável. Já não é desculpável abandonar o país após dois choques como Pedrógão e Tancos. Costa não foi feito para isto. Nem feito nem eleito, recorde-se. 
Henrique Raposo
EXPRESSO, 8 de julho 07

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Fake News


"Uniformizámos o calendário, já a partir do próximo ano, do pré-escolar e do primeiro ciclo para permitir que os professores do primeiro ciclo e os educadores do pré-escolar tenham tempos comuns para planificação do seu trabalho

Treta João!
Não sejas pateta. O calendário foi um baixar de calças aos sindicatos dos educadores, que tinham apenas dois meses de férias no verão e agora ficam com dois meses e meio com têm os professores do primeiro ciclo. O calendário está feito para os educadores trabalharem menos e não para trabalharem mais como estás para aí a dizer.

O Povo Tem Sempre o Governo Que Merece. Não Tivemos Azar Com o Incêndio, Nem Com o Roubo, Tivemos Foi Sorte Com a Economia


"com este governo e esta maioria, o Estado não é capaz de proteger a vida dos cidadãos ou de manter o seu material de guerra a salvo de criminosos, ou até de organizar uma prova escolar sem fugas de informação, mas consegue “devolver rendimentos” aos seus dependentes e ainda criar expectativas a mais de 20 mil “precários”.


terça-feira, 27 de junho de 2017

Um Governo Que Cultiva nos Jovens a Exigência, o Esforço e o Mérito. Poucochinho.

Despacho 5296/2017 de 16 de junho


As bolsas de mérito eram apoios financeiros que o estado concedia aos alunos que obtivessem bons resultados escolares e beneficiassem, da ação social escolar. 
Os alunos tinham de obter média igual ou superior a 4 no básico e a 14 no secundário.
Para o ano que vem, basta um suficiente. O subsídio vai abranger os portugueses com ação social escolar e que tenham resultados assim-assim; 3,5 no básico e 13,5 no secundário.
Com um suf+ já se tem subsídio de mérito escolar. 
Isto nada tem a ver com eleições em outubro.


domingo, 25 de junho de 2017

Uma Especialista Maneirinha



A diferença é enorme porque os propósitos destas provas são distintos. O exame é uma prova que tem por objectivo classificar e hierarquizar os alunos. Enquanto as provas de aferição têm como preocupação fornecer informação detalhada às escolas sobre o desempenho dos alunos, o que pode constituir mais um elemento sobre o que há a regular, sobre aspectos a que é preciso dar mais atenção, etc. E, portanto, existe a preocupação de se dar um contributo para melhorar o ensino e, consequentemente, as aprendizagens dos alunos. O que não acontece com os exames. Sabemos que o que sai no exame vai influenciar grandemente o trabalho do professor em sala de aula. A existência de exames tem o efeito de reduzir o currículo aos conteúdos que saem na prova. Portanto, traduz-se num ensino muito centrado na preparação para esta avaliação.


Segundo esta especialista, o exame é diferente da prova de aferição porque tem propósito distinto da prova. Pois, já sabíamos.
O que muitos não sabiam e que ficaram a saber é que a prova de aferição é melhor que o exame porque dá "um contributo para melhorar o ensino e, consequentemente, as aprendizagens dos alunos. O que não acontece com os exames". Uma impostura intelectual que a esquerda não denuncia, obviamente, mas que mereceria um ataque implacável da direita. Onde está a direita?






terça-feira, 20 de junho de 2017

Fosse No Tempo do Crato...


No exame do 12º ano. "não pensa"


E o IAVE seria ridicularizado pelo erro grosseiro no exame nacional de português


No manuscrito original. "quem respira"

Ah! É uma questão de edição. Pois!

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Oxalá Os Espanhóis Não Nos Ataquem. E Se Nos Atacarem? Corremos Para Oeste Fazendo-lhes Frente




Não chores, cara esposa, que o Destino
Manda que parta, à guerra me convida;
A honra prezo mais que a própria vida,
E se assim não fizera, era indigno.
"Eu te acho, meu Conde, tão menino
Que receio..."
- Ah! Não temas, não, querida;
A francesa nação será batida,
Este peito, que vês, é diamantino.
"Como é crível que sejas tão valente?..."
Eu herdei o valor de avós, e pais,
Que essa virtude tem a ilustre gente.
"Porem se as forças forem desiguais...?"
Irra, Condessa! És muito impertinente!
Tornarei a fugir, que queres mais?

domingo, 11 de junho de 2017

Adoro Ver Chuchalistas a Sentirem-se Fo... Enganados

BORRADOSDACABEÇAAOSPÉS


Este amigo escriba quer explicações.
Vamos dá-las:
1-Não está em causa a boa gestão dos dinheiros públicos, nem nunca esteve. Se estivesse, durante 100 anos nunca teríamos um governo chuchalista.
2-Se estivesse em causa a boa gestão dos dinheiros públicos, como diz, não eram as escolas particulares que fechavam portas mas sim as que faziam o mesmo serviço pelo dobro ou triplo dos custos.
3-É mentira que este governo ou os seus boys tivesse assumido "princípios claros na gestão do dossier dos contratos de associação". O que esteve em causa foram ideologias políticas e dinheirinho. Lembro ao escriba defendedor dos princípios que a maior paladina da defesa da escola publica, Doutora Alexandra Ludomila Leitão, tem os filhos no colégio alemão. Grandes princípios que o escriba nunca denunciou.
4-O assunto podia ter sido amplamente debatido e gerado consenso entre os chuchalistas. Os que pagam impostos, nada. Ninguém os ouviu.
5-Os favorecimentos não estão a regressar, estão aqui desde que este governo se constituiu. Todos os dias se pagam favores à esquerda radical para segurar o Costa.

Gosto de ver chuchas desiludidos. 



quarta-feira, 7 de junho de 2017

Portanto, Os Programas São Os Mesmos, O Que é Preciso é que Os Professores Articulem e Colaborem Uns Com Os Outros


Exemplificando: posso olhar de forma horizontal para todas as disciplinas e ver aspetos dos programas que casam bem como é o caso da Revolução Industrial, que é estudada no Inglês, na Geografia, na História e também no Português. A partir de agora, será possível ter um momento na semana, ou até uma semana inteira, em que a escola pára para estudar a Revolução Industrial e, com o contributo de todas as disciplinas, desenvolver um projeto em torno do tema

Ensinem os professores a trabalhar em condições.


Ensinar Sem Programa, Sem Planeamento, Sem Horários, Sem Avaliação, Sem Controle...


Eu quero que os meus alunos aprendam, mas não consigo porque tenho de lhes dar o programa.” A frase ouviu-a João Costa, 44 anos, a uma professora, durante a preparação das medidas que vão permitir ao Governo flexibilizar os currículos em todos os níveis de ensino, já a partir do próximo ano letivo

O cerne da política deste governo para a educação resume-se a duas ideias impressionistas: aprendizagem é divertimento e ensino é monitorização.


segunda-feira, 29 de maio de 2017

Os Passarinhos Precisam De Alimento



É fatal como o destino: aproxima-se o fim do ano e o momento de definir as regras para dar serviço aos professores para o novo ano e chegam-nos as maravilhas operadas pelas "metodologias" e "pedagogias" do  sucesso. 
Muitos dados trabalhados para validar o que se pretende provar, provar que fioco é seda. Pena é que não existam ninhos até final da universidade, o ensino em Portugal cresceria 20 centímetros como diz o outro artista.
Há que começar já a mostrar a quem manda que é preciso continuar a dar a maminha. E a apostar sempre em tecnologias de sucesso. Falta uma notícia que mostre os excelentes resultados do TurMamais para compor o ramalhete.
Diz uma das vendedoras do produto que os "ninhos" não implicam investimentos colossais de dinheiro nem nada que não exista já. Na prática, apenas é necessário o dobro dos professores.
Podia ser pior... 

domingo, 28 de maio de 2017

Os Beijos Fazem Bem à Saúde e São Elemento Essencial à Formação de Cidadãos


O professor Luís Costa está completamente errado na abordagem ao tema da alegada homofobia numa escola de Vagos. Mais errado ainda do que teria estado, alegadamente, o tal diretor da escola de vagos se disse alguma frase ou teve alguma atitude de carácter homofóbico. Se disse, hoje já deve ter consciência do erro, o Luís, passado este tempo, ainda não distingue remédio de veneno.
Seja qual for o ponto de vista professor Luís, seja à luz do desenvolvimento pessoal e psicológico dos jovens, seja à luz da melhor e moderna pedagogia, seja do ponto de vista do processo educativo, ou da formação de cidadãos...dar beijos na escola, em casa, na rua não pode ser algo errado. Antes pelo contrário é BOM DAR BEIJOS.
Até na igreja, em plena missa, se dão beijos.
No caso dos beijos e "marmelanços" no ambiente escolar, o que poderá estar em causa é a dose. Mais nada.Tal como é a dose o único critério para destrinçar remédio de veneno.